Como Criar Seu Próprio Universo Compartilhado: Lições de Sucesso da Marvel, Star Wars e Harry Potter

Além dos nomes mais conhecidos, existem muitas outras franquias criativas que merecem destaque. Este artigo é um convite para uma jornada através dessas construções impressionantes, cheias de conexões surpreendentes. Valorizar seus gostos, expressar ideias e respeitar a Portal Herói diversidade são características de quem vive nesses universos.

Universos compartilhados: por que fazem tanto sucesso

Universos Originais Criados em Jogos

Gerações que cresceram com esses brinquedos teriam uma nova conexão com seus personagens favoritos. Fazer filmes que equilibrem essa nostalgia com histórias modernas é o desafio. Em 2008, um estúdio ousou sonhar grande e lançou as bases para uma revolução no entretenimento. Iron Man não era apenas mais um filme de super heróis – era o primeiro passo de um plano ambicioso. A Marvel Studios revolucionou o entretenimento ao criar um universo interligado de sucesso global.

É uma teia de referências e personagens que mostra o quão criativo e divertido pode ser um universo compartilhado quando bem executado. “WandaVision”, por exemplo, permitiu que os heróis da Marvel alcançassem um novo tipo de público, com seus episódios engraçadinhos que reverenciam a era de ouro da TV. Enquanto Marvel e DC dominam o mainstream, esses 5 universos provam que histórias interconectadas podem surgir de formas inesperadas – seja através de games, livros, filmes independentes ou até animes. Abrams, o Cloverfield começou como um filme de monstro (Cloverfield, 2008) e evoluiu para uma série de filmes aparentemente desconectados, mas que compartilham um universo misterioso.

Muitas séries do MCU e Star Wars chegam tão rápido que os fãs sentem dificuldade em acompanhar tudo. Além de The Witcher, a plataforma expandiu Bridgerton (2020–presente) com Rainha Charlotte (2023), mostrando o poder dos spin-offs. O universo Star Trek (1966–presente) continua se expandindo porque a comunidade trekkie mantém o interesse vivo por décadas, exigindo novas produções. Outro exemplo é Stranger Things (2016–presente), que expande sua mitologia com livros e jogos, mantendo a comunidade ativa mesmo entre temporadas. Boba Fett era um ícone em Star Wars, mas sua série solo não teve o impacto esperado e foi ofuscada por The Mandalorian. Em The Punisher (2017–2019), Frank Castle conquistou o público após aparecer em Daredevil (2015–2018), garantindo sua própria série no universo Marvel.

O universo expandido na TV se tornou uma estratégia recorrente para manter o público engajado. Spin-offs, crossovers e séries derivadas ampliam histórias já conhecidas. Uma das maiores conexões ocultas que os fãs adoram especular envolve as franquias de Harry Potter e O Senhor dos Anéis. Uma das maiores rivalidades no mundo dos quadrinhos e dos filmes é, sem dúvida, a disputa entre Marvel e DC Comics. Os fãs dessas duas franquias frequentemente se envolvem em discussões sobre qual universo é melhor, e isso tem se intensificado com a popularização do MCU e do DCEU (DC Extended Universe).

A Toho Company criou o primeiro universo compartilhado de kaijus quando Hollywood ainda engatinhava nesse conceito. Esta abordagem prova que conexões sutis podem ser tão poderosas quanto crossovers épicos. Os personagens de Tarantino habitam um mesmo espaço narrativo, mesmo quando não se encontram diretamente na tela. Até outros filmes que Tarantino apenas escreveu – como Assassinos por Natureza – integram seu ecossistema expandido.

A feedback e a demanda dos fãs têm moldado o conteúdo produzido, com estúdios e editoras ouvindo suas opiniões para criar histórias que ressoem melhor com o público. Além de expandir universos existentes, os jogos frequentemente introduzem novos mundos e histórias. Títulos como The Legend of Zelda e Final Fantasy criam universos únicos que atraem fãs e influenciam outros mídia por suas ricas narrativas e mundos detalhados.

Crossovers Literários

Séries como Cobra Kai (2018–presente) cresceram no streaming por permitirem que o público assistisse várias temporadas rapidamente, reforçando a nostalgia e a continuidade. O Prime Video também investe pesado, como com The Boys (2019–presente), que gerou Gen V (2023–presente), mantendo o público engajado com histórias paralelas. Já Stranger Things (2016–presente) prepara derivados para expandir sua mitologia.

Entre os exemplos mais notórios estão o Dark Universe da Universal Pictures, o universo do Rei Arthur da Warner Bros., e o DCEU (DC Extended Universe), também da Warner Bros. Eles influenciam escolhas profissionais e o desenvolvimento de várias habilidades. Cursos de roteiro, design e tecnologia cresceram rapidamente com a popularidade desse fenômeno. Crianças e adultos estão buscando carreiras inspiradas no mundo geek.

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  • Alguns personagens coadjuvantes roubam a cena e conquistam o público a ponto de ganharem suas próprias séries.
  • O universo do Rei Arthur, assim como a busca pelo Santo Graal, se tornou uma lenda perdida nos anais de Hollywood.
  • Naquele mesmo ano, três personagens da série foram vistos em um episódio de Cheers visitando o bar do qual todos estavam falando.
  • Imagine um mundo onde os heróis se encontram, as histórias se entrelaçam e cada filme é uma peça de um quebra-cabeça gigante.

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A Expansão para os Games

Com um olhar atento aos detalhes, transformo o mundo nerd em palavras que celebram o que amamos. Portanto, é essencial valorizarmos e participarmos ativamente desse espaço vibrante, onde cada fã tem um papel a desempenhar na construção e na ampliação desses mundos que tanto amamos. Eventos como a Comic-Con e a Brasil Game Show são pontos de encontro para nerds. Nesses eventos, os fãs podem interagir com criadores, compartilhar experiências, e conhecer outros entusiastas, fortalecendo o senso de comunidade.

As comunidades nerds têm avançado em direção a uma maior inclusão e diversidade. Grupos focados em representar minorias, gênero e questões sociais têm se destacado, promovendo um ambiente mais acolhedor para todos os fãs. As comunidades nerds são uma parte essencial do panorama cultural contemporâneo, facilitando interações significativas entre fãs. Elas permitem que as pessoas se conectem por meio de interesses comuns, compartilhando suas paixões e conhecimentos.

Feige, um autoproclamado "fanboy", imaginou a criação de um universo compartilhado como os criadores Stan Lee e Jack Kirby tinham feito com seus quadrinhos no início dos anos 60. Para arrecadar capital, o estúdio obteve financiamento de uma linha de crédito renovável de 525 milhões de dólares, com prazo de sete anos, com a Merrill Lynch. O plano da Marvel era liberar filmes individuais para seus personagens principais e depois fundi-los juntos em um filme de crossover.